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Freio a tambor é mais barato, mas cobra preço em segurança nas motos

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Freio a tambor é mais barato, mas cobra preço em segurança nas motos

Os freios a disco e o sistema ABS são os mais indicados hoje. Colunista diz que custo baixo faz arcaico tambor persistir


Funcionar bem e funcionar sempre! Este poderia ser o melhor slogan para o sistema de freios, afinal, ele é de longe o mais importante aparato de segurança de qualquer veículo. Seja em uma motocicleta grande ou pequena, com motor muito potente ou nem tanto, uma boa frenagem é fundamental. É claro que, quando está em jogo a combinação de muitos quilogramas lançados a velocidades de três dígitos, frear torna-se um exercício delicado, exigindo competência do piloto e grande eficiência do sistema de freio.

Um engano é, porém, pensar que apenas as motos muito rápidas ou pesadas exigem freios bons, capazes de arcar com a tarefa de reduzir a velocidade mesmo em situações muito críticas, como quando usados com intensidade por um longo período e em um declive. Na verdade, 60 km/h já são suficientes para causar sérios problemas à integridade física do condutor com que moto for, grande ou pequena.

Por uma simples questão de custos, o melhor sistema de freio ainda não está disponível em 100% das motos à venda no Brasil. E para quem pensa que estamos falando do mágico sistema ABS – Antilock Brake System –, a sigla que designa os freios que não travam nunca ajudados por “magias” eletrônicas, aviso: antes de ter ABS, as motos nacionais deveriam simplesmente erradicar o anacrônico tambor ao menos na roda dianteira, adotando o infinitamente superior freio a disco.

No passado mais do que remoto, na alvorada da indústria da motocicleta, as motos contavam apenas com freio na roda traseira. A base de funcionamento era a mesmíssima adotada hoje, ou seja, transformar a energia cinética (da roda em movimento) por energia térmica via atrito. Essa troca resulta em redução de velocidade, controlada pelo condutor por comandos de mão, de pé ou ambos.

No começo, para a obtenção do atrito e consequente redução da velocidade, as primeiras motos se valiam de tiras de couro animal atritadas contra a área externa de uma polia de madeira ou metal solidária à roda. Logo percebeu-se que tais materiais eram pouco adequados, especialmente o couro, que adorava se incendiar quando submetido a um esforço um tiquinho maior ou mais contínuo. Tentou-se a borracha como material de atrito e tal solução se mostrou melhor, mas ainda assim aquém das reais necessidades. Eis que surgiram os materiais minerais, compostos derivados de amianto, extremamente resistentes a temperaturas elevadas. Paralelamente a isso, o design dos freios ganhou o que hoje conhecemos como sistema a tambor, nada mais do que uma “panela” que internamente possui as chamadas sapatas. Imóveis e mantendo mínima distância da face do tambor que gira junto com a roda, tais sapatas encostam na parede interna do tambor quando você encosta no comando de freio, o que causa o atrito e, consequentemente, a redução de velocidade.

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Fonte: Auto Esporte

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